segunda-feira, 2 de março de 2009

chorar o defunto

No meio da encenação montada em Espinho, José Sócrates teve até tempo para experimentar uma lágrima ao canto do olho, aquando da exibição de um pequeno filme sobre a história do Partido Socialista. Foi como se chorasse um defunto, embora se perceba que, a ele, não lhe deixe grandes saudades.

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