segunda-feira, 16 de março de 2009

certidão de óbito

deste, já não há mais.

podem continuar a saber de mim n' o homem que queria ser luís filipe cristóvão.

adeus.

quinta-feira, 5 de março de 2009

programação

diz lobo antunes: "É pena que os jornais, como a literatura, sejam uma estrebaria de porta aberta."

numa altura em que até dos melhores se podem ouvir as piores frases, talvez seja bom interromper, por momentos, a nossa programação.

quarta-feira, 4 de março de 2009

deus e as drogas

não é por acaso que, e culpem os anti-histamínicos, esta porta esteve quase para se fechar.

vozes

é sempre assim: onde a maioria se silencia, começam as aparecer as vozes da moralidade, que arrepiam caminhos, tortos e direitos. é sempre assim, a história nunca irá acabar.

terça-feira, 3 de março de 2009

o pior é que fazendo uma coisa de manhã, depois à tarde...

um gajo bem tenta, mas depois de seis horas a andar de carro para baixo e para cima, é com esforço que se abre a caixa de emails e se tem força para resolver seja o que for.

20 anos


uma coisa que se pode fazer numa manhã e vale bem a pena


ir a Silves

segunda-feira, 2 de março de 2009

Colégio das Artes

"É algo de inédito na universidade portuguesa, a articulação do trabalho de investigação e ensino estritamente académico e ligar isto à prática artística contemporânea, trazendo para aqui grandes nomes da arte nacional e internacional", afirmou Abílio Hernandez Cardoso, director do Colégio das Artes, uma recém-criada instituição da Universidade de Coimbra. A notícia é do Público.

chorar o defunto

No meio da encenação montada em Espinho, José Sócrates teve até tempo para experimentar uma lágrima ao canto do olho, aquando da exibição de um pequeno filme sobre a história do Partido Socialista. Foi como se chorasse um defunto, embora se perceba que, a ele, não lhe deixe grandes saudades.

o que se passou?

Afinal, duraram apenas quatro anos os ventos de liberdade na Galiza. O PP retoma a maioria absoluta, já não com Fraga, mas com Nunez Feijóo. O espírito que se pode respirar nestes anos, já não existe. Agora é já tarde, mas ainda vamos a tempo de pensar no que se passou e porque se perdeu.