quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Poéticas do Rock Português

Músicos, sociólogos, jornalistas e musicólogos vão debater a poética do rock em Portugal, num colóquio que decorrerá em Abril na Universidade de Lisboa (UL) e que integrará ainda filmes na Cinemateca e concertos no Maxime.
Fonte da organização disse à agência Lusa que o colóquio decorrerá de 06 a 08 de Abril na Faculdade de Letras da UL e contará com a participação de vários músicos portugueses e estudiosos estrangeiros.
Em discussão estarão, por exemplo, o lugar da poesia na música, a relação entre literatura e música, a evolução da cultura popular, a censura, a escrita em língua portuguesa.

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Entre os convidados contam-se o jornalista francês Mischka Assayas, autor do livro "Bono por Bono", o crítico norte-americano Greil Marcus, que escreveu "Like a Rolling Stone", sobre Bob Dylan, e o jornalista Nuno Galopim.
Os investigadores João Carlos Callixto, Pedro Félix e António Tilly, os críticos Rui Pina Coelho e Mário Jorge Torres, o editor Luís Filipe Cristóvão e os escritores Fernando Pinto do Amaral e valter hugo mãe também marcarão presença.
Entre os músicos convidados figuram Rui Reininho, JP Simões, Paulo Furtado, Tiago Guillul e Fernando Ribeiro.

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"Poéticas do rock em Portugal" está a ser organizado pelo Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Leia mais no JN.

3 comentários:

  1. Bem interessante.
    Vamos ver o que consigo apanhar.

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  2. Palhacinho, sabes o que é bom com o mau tempo? é que impede que a minha chefa possa sáir de casa e por isso dispensa-me de trabalhar. eh eh , agora sinto-me como tu uh uh , posso estar a fazer comentários da treta como o seguinte:

    sempre lagarto allez nimnunimnunim sempre lagarto allez nimnumninunum... uuuuuaaaaaaahhhhh

    P.s. a provaçao deste comentário fica ao critério do dono do blogue

    ps. 2. é favor ignorar este 2 post scriptum

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  3. Bem interessante, sim senhor. A música tem sido uma forma de eternizar algumas passagens da nossa poesia portuguesa. Pena não ser mais aproveitada. Seria, de certeza, um bom trampolim para lançar sobretudo alguns poetas portugueses mais novos, com produções fantásticas mas cujos livros continuam nas prateleiras das livrarias, sem serem escolhidos.

    Flávia

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