quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

censura (em imagens)


Dr. Carlos Miguel, presidente da Câmara de Torres Vedras, e Bruno Brandão de Melo, da empresa Guliver, responsável pela obra, no momento em que tapavam os conteúdos censurados pelo Ministério Público. (foto da CMTV)

3 comentários:

  1. Magalhães, Magalhães
    Putas das mães
    Ao menos no meu Acer
    posso ver gajas a foder

    De um ex-socrático, ex-socialista (deste partido socialista), torreense de gema.
    Abraço

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  2. Até admito que uma alma mais preocupada tenha querido impedir as criancinhas de perceberem que o Magalhães (também) serve para ver pornografia. Mas, bolas, o MP trabalhou depressa...

    O que eu sugiro é que quem fez a sátira ao Magalhães mostre a pornografia mais grave deste projecto: a relação pouco clara entre o Estado Português, a JP Sá Couto, a Intel e a Microsoft. Isto é que é pornografia perigosa. Anda a Microsoft a oferecer computadores para ficar Portugal inteiro agarrado ao Windows, incluindo os Magalhães, claro, e a JP Sá Couto a vender a torto e a direito como português um computador que de português só tem o nome. E o mau cheiro.

    E os concursos públicos? E o software livre (e não só) desenvolvido por empresas portuguesas? Para quê o custo com o Windows se há sistemas em código aberto, como o Linux, com custos muito mais baixos (mais eficientes, que trabalham melhor em computadores menos potentes)?

    Não seria muito mais importante para quem se inicia na informática poder aprender os conceitos com um sistema genérico e aberto, em vez de se fixar em aplicações que não são padronizadas e com custos elevados? A Microsoft tem todo o direito de produzir o seu software e de querer comercializá-lo, mas os utilizadores têm o direito e o dever de exigir que o software tenha qualidade e devem poder optar por soluções melhores, mais económicas e com formatos abertos e padronizados. Na prática, o software livre permite que o mesmo documento seja utilizado por vários sistemas, livres ou proprietários, hoje como daqui a 10 anos. O software Microsoft não garante isso. Antes pelo contrário.

    Ou seja, ao ceder à Microsoft e suas parceiras, o Estado está a hipotecar as possibilidades de explorar soluções abertas, mais económicas e rentáveis. À custa dos contribuintes.

    Isso não é muito mais grave que as fotografias de mulheres nuas?

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