segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

uma má crítica (1)

No Ipsílon de sexta-feira passada, Pedro Mexia desanca no último livro de Pedro Paixão, colocando em forma de letra aquilo que se sentia, praticamente, desde que Pedro Paixão começou a escrever: tanta genuinidade só podia dar em prosa adolescente. Ocupar páginas de jornais nacionais para matar um autor, não é coisa recorrente, mas talvez seja algo a que mesmo as editoras de qualidade se tenham que habituar.

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