quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

tanta atenção não podia dar em nada

Algumas ideias de negócio são revolucionárias por si só. No mercado português, a Publidisa veio introduzir a impressão digital. Entrou no mercado em 2005 e conseguiu estabelecer-se através de valores como a qualidade no atendimento ao cliente e a sua valorização, o acompanhamento em todo o processo de produção, a sugestão ao nível técnico e uma política de constante insight sobre o mundo editorial. É claro que todos podem ter problemas, as experiências nem sempre correram pelo melhor, mas o balanço global de trabalhar com uma empresa que conhecia o nosso meio e sabia acompanhar as nossas expectativas era algo difícil de igualar. No entanto, neste momento, depois de uma substituição no seu representante e, passado pouco tempo, a saída desse substituto, a Publidisa ameaça perder o capital de confiança conquistado. Os contactos directos com os seus escritórios em Espanha sempre foram difíceis no que toca a alcançar um entendimento, e agora, sem um interlocutor oficial em Lisboa, ficou ainda pior. Em desespero de causa, tentei ligar para o número do escritório português, na esperança de através de uma secretária ou assistente pudesse tentar resolver o meu problema. Em vão. Fui atendido por alguém em Lisboa, e logo de seguida a chamada foi encaminhada para uma gravação em castelhano, anunciado que o escritório se encontra fechado. Assim, não dá.

5 comentários:

  1. É, o Nuno Santos era espectacular. Faz falta à Publidisa.

    Pedro Marques

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  2. O Bruno Mendes também fez um bom trabalho.

    Alguém tem uma ideia sobre quando será contratado o novo representante da empresa em Portugal?

    De Espanha, como resposta à mesma questão, recebemos apenas um "brevemente"... há quase um mês.

    Guilherme Pires

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  3. Gostei muito do trabalho da Publidisa, dos seus preços revolucionários, e compartilho a gratidão aqui expressa para com o trabalho do Nuno Santos e do Bruno Mendes. Se este projecto se não aguentar, os autores que, como eu, se vêem forçados a fazer edições de autor para poderem publicar, vão sentir dificuldades na publicação e, sobretudo, um acréscimo significativo nos preços. Esperemos que a Publidisa não tenha sido outra vítima da crise e não demore muito a contratar representante para Portugal.
    JCC

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  4. A Publidisa já tem um novo representante em Portugal: Luís Duarte.

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