quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Roubos

Um portátil é um portátil. Um tipo sai de casa para ir comprar cigarros, um malandro qualquer consegue entrar-lhe em casa, percebe pela envolvência que o dono da casa não vai demorar, saca do portátil que está em cima da mesa e pira-se. Isto é daquelas cenas comuns em que não é preciso ser-se ladrão para se saber, minimamente, como se faz.

Que uma pessoa esteja num processo de escrita e não tenha rascunhos à mão, impressões, nem sequer a lembrança de enviar o ficheiro de um dos seus e-mails para outro, de modo a ficar com uma cópia guardada na caixa virtual, é algo que me espanta. Que diga que o querem calar, prejudicar, censurar, é apenas um acto repetido, uma forma de promoção, de se falar dele, quando os outros concorrentes ao lugar de "besta célere em Portugal" estão, apenas, a publicar livros.

2 comentários:

  1. «é apenas um acto repetido, uma forma de promoção, de se falar dele»

    e consegue e ninguém escapa e isso deixa-me a modos que pensativo :)

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  2. De facto só alguém muito, muito, mesmo muito estúpido não tem uma cópia de segurança. E nem ele é assim tão estúpido.

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