sábado, 25 de outubro de 2008

de um debate sobre cultura

Nem uma análise marxista da realidade, nem o fim das ideologias: a nossa ideologia é a que cria projectos para que outros projectos sejam possíveis, mais que uma acção directa, uma acção indirecta baseada na prática, que acredita que um indíviduo é o suficiente para mudar uma pequena parte do mundo (uma cidade, um bairro, uma rua, uma casa) e que isso representa um avanço enorme para a civilização daqueles que são atingidos por esse movimento. No fundo, uma existência emocional e intuitiva que, nem por isso, deixa de ser uma ideologia.

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