Durante a entrega das devoluções da Feira do Livro, tive que me deslocar a vários armazéns de editoras para fazer as entregas. A experiência aconselha-se a quem acha que o mundo dos livros é um mundo limpo e cheio de sonho. No final, ficará a conhecer o lado negro da força.
A melhor história é a do Grupo Leya (não pensem que tenho algo contra o Grupo, aliás, estimo bastante muitas pessoas que lá trabalham. Mas também acho que é de referir quando certas coisas, como a que vou contar, acontecem.) Às 12h45, chegamos junto ao armazém da Leya onde se fazem as recolhas das devoluções. Tudo fechado. Respondendo a um bater de porta, surge um funcionário da Leya que esclarece o ar de abandono com um "vamos almoçar daqui a um quarto de hora". Os portões abrem-se, então, para a recepção das devoluções. Um outro funcionário (talvez mais distraído ou mais simpático), vem ajudar-nos a descarregar as 16 caixas que tínhamos para entrega. A meio do processo, o primeiro funcionário dirige-se a este e impede-o de o continuar a ajudar-nos a carregar as caixas, ficando apenas a assistir, enquanto eu e outro colega colocávamos as caixas dentro do armazém.
E esta, hein?
Patrícia Baltazar (1977-2019)
Há 9 horas
Pois... talvez um pouco de civismo também falte, não é?
ResponderEliminarOu talvez se julguem os donos de "alguma coisa"... ;))