quinta-feira, 28 de agosto de 2008

[é tudo gente séria, mas...] - Para lembrar que na história do livro, há sempre um armazém

Durante a entrega das devoluções da Feira do Livro, tive que me deslocar a vários armazéns de editoras para fazer as entregas. A experiência aconselha-se a quem acha que o mundo dos livros é um mundo limpo e cheio de sonho. No final, ficará a conhecer o lado negro da força.

A melhor história é a do Grupo Leya (não pensem que tenho algo contra o Grupo, aliás, estimo bastante muitas pessoas que lá trabalham. Mas também acho que é de referir quando certas coisas, como a que vou contar, acontecem.) Às 12h45, chegamos junto ao armazém da Leya onde se fazem as recolhas das devoluções. Tudo fechado. Respondendo a um bater de porta, surge um funcionário da Leya que esclarece o ar de abandono com um "vamos almoçar daqui a um quarto de hora". Os portões abrem-se, então, para a recepção das devoluções. Um outro funcionário (talvez mais distraído ou mais simpático), vem ajudar-nos a descarregar as 16 caixas que tínhamos para entrega. A meio do processo, o primeiro funcionário dirige-se a este e impede-o de o continuar a ajudar-nos a carregar as caixas, ficando apenas a assistir, enquanto eu e outro colega colocávamos as caixas dentro do armazém.

E esta, hein?

1 comentário:

  1. Pois... talvez um pouco de civismo também falte, não é?

    Ou talvez se julguem os donos de "alguma coisa"... ;))

    ResponderEliminar