terça-feira, 27 de maio de 2008

pequena anotação sobre o nada

são sete e pouco da manhã, o dia ainda mal nasceu e só se percebe que isso aconteceu pela luz clara que entra pelas frinchas dos estores. ouve-se o mar, bravo, o vento a soprar contra as janelas. puxo a almofada para baixo do pescoço. fecho os olhos.

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