quarta-feira, 30 de abril de 2008

Chamaram-me, em tempos, Michael Thomas da Serra da Vila

[...] Luís Filipe Cristóvão, editor da Livrododia e livreiro, defende a importância do Acordo dizendo que este «permite a circulação de todo o tipo de documentos escritos pelos vários países falantes do português, bem como a existência de empresas editoriais que trabalhem em vários países ao mesmo tempo, optimizando os seus recursos, o que tornará o Português uma língua universal, ou seja, aprendida em qualquer parte do mundo». E porque não se sentiru representado com a posição da APEL, à qual pertence, Cristóvão acrescenta ainda o seguinte: «a APEL começou por lançar para a comunicação social um comunicado em que falava em nome de todos os seus associados, não se tendo dado ao trabalho de lhes perguntar a sua opinião. E a minha opinião é a de que são urgentes medidas que coloquem os editores, os livreiros e a sua associação na frente de processos como o Acordo Ortográfico, e não como o Velho do Restelo, em risco de se constipar porque as águas do Tejo, por esta altura do ano, estão frias». [...]

in Revista Os Meus Livros, Maio 2008

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