Homem atento ainda que assustado
esse tal Bernardo. É o vinho que o perde
e esses versos que, dizem,
lhe tomam longas horas.
Mas, claro, um homem só que vai fazer?
Para se atirar pra baixo de um eléctrico é preciso
determinação e isso não lhe sobra. Enfim,
cada qual tem o seu álcool:
para quê dizer mais.
Manuel Moya
(traduzido por Rui Costa)
Este poema faz parte do livro Quarto com Ilhas, a sair em breve, pela Livrododia Editores.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Uau!
ResponderEliminar