quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

[Correntes d'Escritas] Mestre

Juan Carlos Mestre evidencia-se a cada passo. Passeia a sua elegância pelos corredores do encontro, sempre com um sorriso e um afecto para quem se cruza com ele. Depois do depoimentos da tarde, entra em cena na leitura de poesia, munido de uma concertina, para dizer o seu poema Cavalo Morto , naquele que foi o grande momento da noite.

cada amor que acaba é um cemitério de abraços e Cavalo Morto é um lugar que não existe

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