Uma boa parte do Correntes d'Escritas faz-se sentado à mesa - dos restaurantes, do bar do hotel. Ao almoço de hoje, partilho a conversa com João Paulo Cuenca, brasileiro, e Eduardo Halfon, guatemalteco. A conversa passa por Espanha, Brasil e Portugal, memórias de outros encontros, curiosidades sobre os momentos da literatura em cada uma das latitudes. Come-se Bacalhau Assado no Forno. Como diz o Ricardo Duarte, do JL, temos que estar preparados para o "roteiro gastronómico".
Durante a conversa, percebe-se que mercados português e espanhol estão ao mesmo nível, mais coisa menos coisas, número de exemplares por edição e preços de livros são a mesma coisa. Eduardo confessa que está agora mais tranquilo, enquanto escritor, devido aos avanços que vai recebendo. Cuenca, o brasileiro, dois romances publicados na Rocco e cronista do Globo, diz que devido ao jornal (com uma edição média semanal de 350 mil exemplares), já é reconhecido."É aí que eu quero estar", diz. Sem dúvida, um bom lugar.
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Há 17 horas
Pelos vistos, um lugar apenas para alguns.
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