quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

[Correntes d'Escritas] abertura

Já começou.

Cheguei à Póvoa de Varzim perto das 20 horas de ontem, terça-feira, e já toda a gente se preparava para o jantar. Os reencontros entre aqueles que aqui aportam todos os anos deram-se entre abraços e sorrisos. O Waldir Araújo estava ansioso, porque ainda não tinha sequer visto o seu livro. Levei-o até ao carro e teve direito a ser o primeiro, aqui na Póvoa, a passar os dedos pelas páginas, agora publicadas, com os seus contos. O homem anda feliz e nervoso, a apresentação, ontem à noite, foi um sucesso. O Ondjaki, que já lhe havia prefaciado o livro, fez as honras da casa e convidou a assistência a ler o livro. O Waldir, apesar do treme-treme das mãos, também se saiu muito bem, e não hesito em dizer que fomos os reis das apresentações, ontem à noite, no Novotel Vermar.

A noite seguiu longa. Eu, a contas com a renite alérgica, retirei-me mais cedo, mas dizem as más-línguas, e as olheiras, que a primeira noite dos Correntes quase chegou ao segundo dia.

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