as minhas eram mãos de barro
pretendentes que ficam em juras esquecidas
mulheres despidas em quartos húmidos
familiares desconhecidos
uma estrada sem destino nenhum.
as minhas eram mães de barro
mulheres que choram no canto da casa
delírios de homens que não sabem escrever
primos que não nos falam
localidades sem código postal.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
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