sábado, 11 de fevereiro de 2006

3 3 3 3 3

o teu mundo é o teu mundo é o teu mundo é o teu mundo é o teu mundo é o teu mundo. somos três, três, todos iguais. é é, nós assim os três, cada um por si, ninguém mais tem que saber. depois é chegar, dizer as coisas, olha eu isto, eu aquilo, nós somos assim os três, ninguém tem nada que saber, ora. ora, não, ninguém tem nada que saber. o teu mundo é o teu mundo é o teu mundo, isso, e depois quantas mais coisas eu faço ou não faço, se não contar a ninguém, se contar só uma coisa pequenina e depois parece que fiz muita coisa, fiz fiz, o meu mundo é o meu mundo é o teu mundo é o teu mundo, eu. somos três, três, 3, sim, 3, cada um por si. era isso.

uma outra vez também éramos três, 3, 3, éramos três nós. nós, nós. éramos três e depois éramos três e fazíamos as coisas que três pessoas podem fazer. era. 3, 3.

agora somos 3, cada um por si, cada um por si, cada um por si - qualquer coisa de gente capaz de esperar sempre o pior, o pior, esperar sempre o pior, temer temer temer tremer, isso. e depois ninguém tem nada que saber, fechados em casa, fechados em casa, eu venho a correr fechar-me em casa e depois e depois ninguém tem nada que saber, eu começo a dizer coisas, coisas, falo muito sozinho, éramos 3, somos três, três três, sim, mas ninguém ninguém tem nada que saber porque depois é chegar e eu isto tu aquilo tu aquilo pronto pronto, parece sempre que fizemos muita muita coisa.

Sem comentários:

Enviar um comentário